Peças de nosso acervo

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Elza

Sexta e sábado às 20h Domingos às 19h

Teatro:

Gênero:

Temporada: 08 de novembro a 15 de dezembro de 2019

Diretor: Duda Maia

Elenco: Ágata Matos, Janamô, Julia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacôrte, Verônica Bonfim e a atriz convidada Larissa Luz

Classificação indicativa: 14 Anos

 

Sinopse

Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata D’Água e Cadeira Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria. 
“A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada”, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.

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INIMIGO OCULTO

terças, às 19 horas

Teatro:

Gênero:

Temporada: 15 de outubro Até 17 de dezembro

Diretor: Andrea Bordadagua e Rodrigo França

Elenco: Carlota Joaquina, Gabrielle Araújo, Naloana Lima, Silmara Deon, Bruno Kott, Luciano Chirolli, Ricardo Gelli e Sidney Santiago Kuanza.

Classificação indicativa: 14 Anos

 

Sinopse

O espetáculo acontece em movimento, com cenas em diversos ambientes de um hotel, com as personagens em situações que expõem diversas formas de opressão contra a mulher, em diversas intensidades. Rodrigo França, que também é cientista social, sempre trouxe temas que levantassem questões que abordassem fissuras sociais e problemas políticos e resolveu falar sobre a opressão cotidiana contra as mulheres (principalmente aquela mais velada e psicológica, que nem sempre é considerada violência) há cerca de 2 anos e meio.  

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Brian ou Brenda?

Às sextas e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 19h

Teatro:

Gênero:

Temporada: 25 de outubro a 17 de novembro

Diretor: Yara de Novaes e Carlos Gradim

Elenco: Augusto Madeira, Daniel Tavares, Giovanni Venturini, Jimmy Wong, Kay Sara, Lavínia Pannunzio, Fabia Mirassos e Paulo Campos

Classificação indicativa: 14 Anos

 

Sinopse

Em 1965, nascem os gêmeos Brian e Bruce, que são submetidos a uma cirurgia de fimose aos 8 meses. Durante esse procedimento, o pênis de Brian é acidentalmente cauterizado. Atônitos, os pais procuram o psiquiatra John Money, que defende a tese de que os bebês nasceriam neutros e teriam seu gênero definido pela criação. Ele aconselha a família a fazer em Brian uma operação de redesignação sexual e a educá-lo conforme uma menina. A criança passa a ser chamada de Brenda. O resultado é uma menina que cresce infeliz em um corpo que não é seu e, ainda adolescente, tenta se matar. Os pais decidem contar a verdade e, então, Brenda resolve ir em busca da real identidade que nunca havia deixado de ter. Conhecida como um dos casos mais polêmicos da psiquiatria, a violência sofrida por David Reimer é usada por pesquisadores e instituições de todo mundo para fomentar a discussão sobre identidade de gênero. Os grupos conservadores argumentam que este é um exemplo de que uma pessoa biologicamente nascida com o sexo masculino sempre se identificará como um homem. Já os teóricos de gênero defendem que o sofrimento causado pela tentativa de impor uma identidade a David é o mesmo pelo qual as pessoas transgêneras passam na sociedade conservadora que tenta impor seus padrões.

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Os Sete Afluentes do Rio Ota

Quinta a domingo 18h

Teatro:

Gênero:

Temporada: De 25 de outubro até 01 de dezembro de 2019

Diretor: Monique Gardenberg

Elenco: Bel Kowarick, Caco Ciocler, Chandelly Braz, Charly Braun, Giulia Gam, Helena Ignez, Jiddu Pinheiro, Johnny Massaro, Ligia Yamaguti, Lorena da Silva, Madalena Bernardes, Marjorie Estiano, Sergio Maciel, Silvia Lourenço, Thierry Tremouroux

Classificação indicativa: 14 Anos

 

Sinopse

O espetáculo, que traz em sua essência o universo do teatro, dança, canto lírico e popular, mágica, butoh e teatro de sombras, coloca os opostos: ocidente e oriente, tragédia e comédia, masculino e feminino, vida e morte; como reflexos da mesma realidade.
Monique Gardenberg, que assina a direção das duas montagens conta que a peça é inspirada em um grande paradoxo: “Em sua primeira viagem para Hiroshima, Lepage esperava encontrar a devastação, mas ao invés disto descobriu um lugar cheio de vitalidade e renascimento. Impressionado, decidiu criar uma produção que fizesse dessa situação inesperada seu ponto de partida e que atuasse de maneira colaborativa, unindo gêneros que fossem além dos aspectos tradicionais da arte de representar. Os ensaios começaram na cidade de Quebec, no Canadá, em janeiro de 1994”.

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Sentimental

Quintas, às 20h.

Teatro:

Gênero:

Temporada: 28 de novembro a 19 de dezembro

Diretor: Danilo Caputo

Elenco: Andrei Papani, Caio Souza, Dandara Azevedo, Domingos Verzinhasse, Gabriel Hammer e Jorge Ferreira

Classificação indicativa: 12 Anos

 

Sinopse

Sentimental é o espetáculo interativo da Frente Inflamável de Cena, que traz para a cena o ambiente de um BAILE. Ao som de músicas populares românticas tocadas pela fictícia Banda "SUCO de CAJU", o público é convidado a dançar, cantar, contar e ouvir histórias de amor. O espetáculo-baile acontece em 5 rodadas onde o público sorteia uma cena em cada uma delas. Por sua vez, cada um dos 5 atuantes possui 5 histórias reais sobre o universo romântico, erótico e afetivo de São Paulo. Através desse jogo de cena, a cada apresentação o público assiste uma combinação diferente de histórias, ao todo são 3.125 possibilidades, o que torna cada apresentação um acontecimento teatral distinto.