Peças em cartaz

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Loloucas

Às sextas, às 21h30; aos sábados, às 21h; e aos domingos, às 18h

Teatro:

Gênero: Comédia

Temporada: de 5 de abril a 30 de junho

Diretor: Otávio Muller

Elenco: Heloísa Périssé e Maria Clara Gueiros.

Classificação indicativa: 12 Anos

Sinopse

No espetáculo, as personagens, assíduas frequentadoras de teatro, chegam atrasadas a uma peça e, ao tentarem ir embora, de repente se veem em cima do palco e acabam ganhando a cena. E ali em cima falam, com muito humor, dos amigos, das realizações, das frustrações, dos sonhos realizados e não realizados, da inexorável passagem do tempo, enfim, da vida. A peça é apresentada pelo Circuito Cultural Bradesco Seguros.

Manah-Manah Quanto custa o seu amor? Última semana
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Manah-Manah Quanto custa o seu amor?

sábado às 21h

Teatro:

Gênero: Comédia, Romance

Temporada: 04 a 25 de maio/2019

Diretor: Marcos Garbelini / Dimi Calazans

Elenco: Renato Lembo, Paulo Affonso, Luís de Osti, José Thomaz, Marcos Garbelini, Dimi Calazans e Robson Alex Pinto

Classificação indicativa: 10 Anos

Sinopse

A comédia romântica 'Manah–Manah - Quanto custa o seu amor?' conta a história de Claudete, secretária atrapalhada da loja de departamentos Manah–Manah, que almeja encontrar um marido rico, ao mesmo tempo que sonha ser uma cantora de sucesso nos anos 60. Entretanto, sua vida vira de ponta cabeça com a chegada de Bobby Galanti, ventríloquo que vem da Itália, com sua esquisita boneca Lollipop, para visitar o pai, Ibrahim Manah, dono da loja. Também trabalham na Manah–Manah Ieda Maria e Baltazar, que começam um namoro contra a vontade da mãe dela, dona Euterpe Violeta, que faz de tudo para que a filha siga a carreira de miss, além de não aceitar o namorado da garota por ser negro. Recheada de muito humor, a história passeia pelos concursos de misses, jogos de futebol e programas de auditório, além de abordar temas importantes como racismo, choque de gerações e superação através do amor.

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Uísque e Vergonha

Sexta e Sábado às 21h30 | Domingo às 19h

Teatro:

Gênero: Comédia, Drama

Temporada: 11 de maio até 07 de julho

Diretor: Nelson Baskerville

Elenco: Alessandra Negrini, Erika Puga, Gui Calzavara, Carcarah e Ester Laccava

Classificação indicativa: 18 Anos

Sinopse

Lançado na FLIP de 2016, o livro Uísque e Vergonha trata das aventuras e desventuras de Charlotiê na cidade de São Paulo. Sua conduta irreverente de adolescente rebelde e seu talento para narrar as próprias experiências na escola, em casa e nas ruas da cidade, nos fazem embarcar nesse universo urbano através de seu olhar original. A relação da garota com as personagens como sua mãe, sua falecida tia, seu psicanalista e seus namorados conduzem essa brilhante narrativa de fatos reais e surreais, adaptada para o teatro por Michelle Ferreira.

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A Desumanização

Sextas e sábados, às 21h; domingos, às 18h.

Teatro:

Gênero: Drama

Temporada: De 10 de maio a 30 de junho.

Diretor: José Roberto Jardim

Elenco: Fernanda Nobre e Maria Helena Chira

Classificação indicativa: 16 Anos

Sinopse

Esta montagem busca uma linha narrativa que preserva as imagens idealizadas pelo autor, criando uma leitura paralela. Duas atrizes em cena, uma delas, narradora do livro. Elas falam do passado e, ao mesmo tempo, revivem as diferentes passagens das fases de menina para mulher, as descobertas dolorosas e a necessidade de se sentir inteira.

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Palavra de Estela

Sextas e sábados, às 21h; e aos domingos, às 19h

Teatro:

Gênero: Drama

Temporada: de 3 de maio a 30 de junho

Diretor: Elias Andreato

Elenco: Cleide Queiroz

Classificação indicativa: 14 Anos

Sinopse

Nascida em 1941, Stela do Patrocínio foi internada no Centro Psiquiátrico Pedro II aos 21 anos, quando diagnosticada como psicopata e esquizofrênica. Quatro anos depois, foi transferida para a Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, onde permaneceu até sua morte em 1992. Durante seus anos de isolamento, Stela desenvolveu um discurso poético. Seu “falatório”, carregado de angústias, retrata a rotina manicomial e, sobretudo, revela sua visão da vida, do mundo e de si mesma.No espetáculo a personagem narra sua trajetória, expõe seu cotidiano e revela seu olhar de perplexidade diante da vida e dos seres humanos. Andreato escreveu o texto especialmente para Cleide Queiroz. A atriz traz uma relação muito pessoal com a temática proposta, pois é uma mulher negra que durante sua adolescência conviveu com a internação de sua mãe esquizofrênica.