Peças em cartaz

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A cor púrpura

Sexta às 20h30 | Sábado às 18h e 21h30 | Domingo às 19h

Teatro:

Gênero: Musical

Temporada: 6 de dezembro de 2019 até 16 de fevereiro de 2020

Diretor: Tadeu Aguiar

Elenco: Letícia Soares, Sérgio Menezes, Lilian Valeska, Flavia Santana, Jorge Maia, Alan Rocha, Ester Freitas, Analu Pimenta, Suzana Santana, Claudia Noemi, Erika Affonso, Caio Giovani, Renato Caetano, Thór Jr,Gabriel Vicente, Leandro Vieira, Nadjane Rocha

Classificação indicativa: 12 Anos

Sinopse

 “A história é universal: fala do ser humano, em especial das mulheres. É imediata a identificação com o momento do país, onde há tantas histórias de opressão às mulheres. A COR PÚRPURA é um grande grito de liberdade”, explica o diretor e idealizador Tadeu Aguiar, responsável também pela encenação de Bibi, uma vida em musical e Quase Normal. Tadeu prioriza a interpretação como força motriz da cena. “Reforcei o caráter epistolar do romance, valorizei o ponto de vista da protagonista, tendo a figura do ator como principal instrumento condutor da história. A palavra é a grande força do espetáculo”, afirma o diretor. 

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Espelho

toda a sexta e sábado, às 20h, domingo, às 18h.

Teatro:

Gênero: Drama

Temporada: 22 de novembro ao dia 15 de dezembro

Diretor: Daniel Alves Brasil

Elenco: Ana Szcypula, Karyn Camoski e Daniel Santana.

Classificação indicativa: 14 Anos

 

Sinopse

Um indivíduo enclausurado em si mesmo entra em contato com sua consciência sem perceber. A tensão cresce entre as duas partes e os conflitos revelam que sua vida está entrelaçada a sistemas que as manipulam. O personagem tenta desesperadamente se desvencilhar de algo que ele nem sabe o que é.

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A última estrofe

domingos, às 19h30

Teatro:

Gênero: Drama

Temporada: ,8,15 e 22 de dezembro

Diretor: Rodrigo Ferraz

Elenco: Wood Moura, Daniel Alexs, Whintney Polato, Carola Valente,Rafael Sabinos e Evelyn Simões

Classificação indicativa: 16 Anos

Sinopse

Dado é um cantor no auge do sucesso, que está passando por um momento de dúvidas na sua vida e conhece um policial que o salva de um precipício.De caráter duvidoso, Dado não vai medir esforços para conquistá-lo; mal sabe ele que a partir desse dia começa uma nova jornada na sua trajetória.Você faria de tudo pra conquistar alguém? Sim ou não?

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A Mulher que Matou os Peixes

Sábados e domingos, 15h30.

Teatro:

Gênero: Musical

Temporada: De 22 de novembro a 15 de dezembro de 2019

Diretor: Djalma Thürler.

Elenco: Maira Lins

Classificação indicativa: Livre

 

Sinopse

O espetáculo é inspirado em um conto homônimo da escritora brasileira Clarice Lispector e é interpretado por Maíra Lins, que faz um pequeno musical com reflexões sobre os movimentos da vida compostos por alegrias e tristezas, perdas e ganhos, idas e vindas.

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Elza

Sexta e sábado às 20h Domingos às 19h

Teatro:

Gênero: Musical

Temporada: 08 de novembro a 15 de dezembro de 2019

Diretor: Duda Maia

Elenco: Ágata Matos, Janamô, Julia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacôrte, Verônica Bonfim e a atriz convidada Larissa Luz

Classificação indicativa: 14 Anos

Sinopse

Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata D’Água e Cadeira Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria. 
“A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada”, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.