Peças em cartaz

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Desbotou

Aos sábados e domingos, às 16h

Teatro:

Gênero: Drama

Temporada: 13 de julho a 18 de agosto de 2019

Diretor: Adriano Merlini e Luiza Torres

Elenco: Bruno Lourenço, Gisele Valeri, Paulo Vasconcelos e Priscila Esteves 

Classificação indicativa: Livre

Sinopse

Em um mundo onde as cores foram banidas e onde tudo o que resta é cinza, a pequena Catarina insiste em descobrir a origem da catástrofe das cores. A teimosia da menina dá resultado pois, um dia, ela testemunha um milagre: o nascimento de uma flor colorida. Catarina, agora, tem uma importante tarefa a cumprir: com a ajuda da Avó e de toda a cidade, ela levará à frente a missão de derrotar Bruto, o líder brutamonte que proibiu as cores. Conseguirá Catarina devolver as cores ao mundo?

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DE ESPERANÇA, SUOR E FARINHA

Sexta-feira e sábado às 21 horas e domingo às 20 horas.

Teatro:

Gênero: Drama

Temporada: 12 de julho Até 11 de agosto

Diretor: Amauri Ernani.

Elenco: Paula Giannini e Amauri Ernani.

Classificação indicativa: 12 Anos

Sinopse

Em DE ESPERANÇA, SUOR E FARINHA os personagens têm suas vidas interligadas por algum laço afetivo, peculiaridades nos modos de falar, de ser, de pensar. Em comum, todas as cenas trazem, como símbolo que ata cada uma das vidas retratadas, a farinha, presente no prato do brasileiro do Oiapoque ao Chuí, ingrediente capaz de unir todo um povo em um laço tecido em cultura, esperança e memórias.

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DR – Discutindo a relação

Sextas--feiras, às 21h

Teatro:

Gênero: Comédia

Temporada: De 5 de julho a 30 de agosto

Diretor: Cris Nicollotti

Elenco: Sharon Barros e Thiago Uriart

Classificação indicativa: 14 Anos

Sinopse

Discutindo a Relação leva o casal (Théo e Luiza) a buscar terapia para tentar resolver seus problemas conjugais, mas o que era para ajudar acaba transformando a vida desses dois em uma verdadeira guerra dos sexos! Sem pudor, os dois avaliam sua vida sexual, dificuldade em lidar com os amigos do parceiro, falta de comunicação, afinidades, egoísmo, ciúmes, mágoas acumuladas ao longo do tempo e todos os ingredientes sempre presentes em qualquer relação.

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DR – Discutindo a Relação

Sextas--feiras, às 21h

Teatro:

Gênero: Comédia

Temporada: De 5 de julho a 30 de agosto

Diretor: Cris Nicolotti

Elenco: Sharon Barros e Thiago Uriar

Classificação indicativa: 14 Anos

Sinopse

Todo casal tem momentos altos e baixos. O problema surge quando os momentos baixos começam a predominar no relacionamento. O desgaste amoroso, as discussões, a rotina do dia a dia, a família e o estresse da vida moderna podem interferir muito na relação. É chegada a hora de discutir essas questões. Esses são os elementos usados como ponto de partida para a comédia romântica Dr – Discutindo a Relação que volta à cena paulistana a partir de 5 de julho, sexta-feira, 21h, na sala Laura Cardoso do Teatro West Plaza. Dirigida por Cris Nicolotti, a dramaturgia de Thiago Uriart trata de conflitos cotidianos vividos por todos os casais. A maneira como o autor expõe essa discussão, causa, de imediato, uma empatia e identificação com a história de Théo e Luiza que buscam uma terapia para casais a fim de tentarem resolver seus problemas conjugais. Porém, o que poderia ajudá-los acaba transformando a vida deles em uma verdadeira guerra dos sexos. Sem pudor, os dois avaliam a vida sexual, a dificuldade em lidar com os amigos do parceiro, a falta de comunicação, afinidades, egoísmo, ciúmes e as mágoas acumuladas ao longo do tempo. Todos esses ingredientes, sempre presentes em qualquer relação, fazem dessa comédia uma grande vitrine de boas risadas e reflexão.

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Dolores

Terças e quartas às 21h

Teatro:

Gênero: Comédia, Drama

Temporada: 04 de junho até 14 de agosto

Diretor: Marcelo Varzea

Elenco: Lara Córdulla

Classificação indicativa: 14 Anos

Sinopse

Dolores é um espetáculo solo escrito para a atriz Lara Córdulla, antiga companheira de cena do autor e diretor, que o inspirou a montá-lo após o impacto recebido ao vê-la em cena em O Mal Entendido, de Albert Camus. “Quando estreei Silencio.doc, texto escrito por mim a partir de um experiência pessoal, houve uma publicação com a seguinte chamada: ‘Marcelo Varzea se lança como dramaturgo’. Tomei um susto. Levar à cena uma carta de amor não me parecia ser um novo caminho. Imediatamente pensei que precisava sentar e me arriscar por linhas que não fossem autobiográficas. Contar uma história que não fosse minha. De uma mulher. Outro solo”, conta Varzea.