Peças em cartaz

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Sentimental

Quintas, às 20h.

Teatro:

Gênero: Musical

Temporada: 28 de novembro a 19 de dezembro

Diretor: Danilo Caputo

Elenco: Andrei Papani, Caio Souza, Dandara Azevedo, Domingos Verzinhasse, Gabriel Hammer e Jorge Ferreira

Classificação indicativa: 12 Anos

 

Sinopse

Sentimental é o espetáculo interativo da Frente Inflamável de Cena, que traz para a cena o ambiente de um BAILE. Ao som de músicas populares românticas tocadas pela fictícia Banda "SUCO de CAJU", o público é convidado a dançar, cantar, contar e ouvir histórias de amor. O espetáculo-baile acontece em 5 rodadas onde o público sorteia uma cena em cada uma delas. Por sua vez, cada um dos 5 atuantes possui 5 histórias reais sobre o universo romântico, erótico e afetivo de São Paulo. Através desse jogo de cena, a cada apresentação o público assiste uma combinação diferente de histórias, ao todo são 3.125 possibilidades, o que torna cada apresentação um acontecimento teatral distinto.

SER JOSÉ LEONILSON Última semana
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SER JOSÉ LEONILSON

quinta a sábado às 20h e domingo às 18h

Teatro:

Gênero: Drama

Temporada: De 14 de novembro a 15 de dezembro

Diretor: AURA CUNHA

Elenco: Leonardo Moreira

Classificação indicativa: 16 Anos

Sinopse

Idealizado por Laerte Késsimos, dirigido por Aura Cunha, com dramaturgia de Leonardo Moreira, música original de Marcelo Pellegrini, cenário de Marisa Bentivegna e iluminação de Aline Santini, o espetáculo teatral "Ser José Leonilson" é uma costura poética entre a vida e obra do artista plástico José Leonilson (1957-1993) e a biografia de Laerte Késsimos. Elaborado a partir dos depoimentos (biográficos e artísticos) do artista plástico brasileiro e registros sonoros feitos pelo próprio Laerte durante o processo de criação e pesquisa, o tecido que é alinhavado diante do público une as inquietações dos dois artistas: a feitura artística como um autorretrato, a casa de infância como um ambiente de domesticação, a sexualidade como campo de batalha, as pontes amorosas como uma travessia e a doença como uma reconciliação com nossa finitude. 

Aproximando-se de forma direta da obra de Leonilson, o próprio processo de investigação de Laerte, os vestígios da criação, os áudios que dão dimensão histórica ao cotidiano criativo são, eles próprios, a obra. Um bordado em que frente e verso são compartilhados publicamente – suas amarras, cortes, sobras de linha, correções, imperfeições, pontos e nós.