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Sonhos em Travessia: do fluxo ao abandono Última semana
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Sonhos em Travessia: do fluxo ao abandono

quarta a sexta-feira às 20h

Teatro:

Gênero: Drama

Temporada: 17 a 20 de julho

Diretor:

Elenco: Afonso Alves Costa, Ana Bonetti, Anderson Sales de Freitas, Marina Meyer e Martim Gueller

Classificação indicativa: 16 Anos

 

Sinopse

Em uma análise histórica, percebe-se que a construção da cidade de São Paulo deu-se pelo choque entre culturas e pessoas que buscavam a possibilidade de se estabelecer financeira e socialmente neste espaço. Ainda hoje vemos que, na história que nos é contada, diversas vozes que constituíram essa formação continuam não sendo ouvidas. Nesse sentido, reavivar a memória de Carolina Maria de Jesus e de tantas outras pessoas que recorrem à ocupação como forma de sobrevivência e resposta à segregação social é o que impulsiona a Via Coletiva de Teatro nesse projeto. 

STABAT MATER Última semana
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STABAT MATER

Sexta-feira e sábado às 21 horas e domingo às 20 horas.

Teatro:

Gênero: Drama

Temporada: De 21 de junho a 21 de julho

Diretor: Janaina Leite

Elenco: Janaina Leite, Amália Fontes Leite e Priapo.

Classificação indicativa: 18 Anos

Sinopse

Em STABAT MATER, Janaina Leite propõe o formato de uma palestra-performance sobre a história da Virgem Maria ao longo dos séculos ao mesmo tempo que tenta dar conta do apagamento da mãe em seu espetáculo anterior,Conversas com meu Pai. Onde estava a mãe? é a pergunta que é indiretamente respondida através da Virgem Maria e o célebre stabat mater – ou “a mãe lá estava” – referência ao poema do século XII que consagrou o tema da jovem mãe aos pés do filho padecendo na cruz. Essa mulher que deu à luz “sem prazer e sem pecado”, fecundada enquanto dormia, torna-se o protótipo para a construção no ocidente de um feminino que se dá entre a santa e a promíscua, entre a abnegação e o masoquismo.  A partir do texto Stabat Mater da filósofa e psicanalista Julia Kristeva, a montagem, mais do que sobre a experiência do ser mãe, busca nessa fusão entre o feminino e o maternal, as origens de um arranjo histórico que se reflete, por exemplo, no jogo de carrasco e vítima – que o trabalho tenta desarmar. Não sem antes correr os riscos de enfrentar os mecanismos de gozo e dor que fixam essas posições.