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VARAL DE MEMÓRIAS Última semana
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VARAL DE MEMÓRIAS

Sábados e domingos, às 12h

Teatro:

Gênero: Infantil

Temporada: De 19 a 27 de outubro

Diretor: Silvia Fuller

Elenco: Elaine Buzato e Valter Silva

Classificação indicativa: Livre

Sinopse

A narrativa se desenvolve com bonecos de pano que adentram os cenários, permeiam a trilha sonora original executada ao vivo com a participação do público e desenham a história de Maria e Tonho: dois amigos de infância, que se comunicam por meio de cartas. Com diversas técnicas de animação como stop motion, bonecos de barro, papel machê e mamulengos, as canções são ilustradas artesanalmente, construindo imagens carregadas de texturas e traços.No espetáculo, essas animações são projetadas no cenário, interagindo com os brincantes e reconstruindo uma narrativa poética e lúdica com canções inspiradas em brincadeiras como parlendas e ditos populares, trazendo uma diversidade de ritmos brasileiros: fandango, xote, beira-mar, moda de viola, ciranda, em arranjos e letras plenos de poesia e sonoridades.

VISCERAL Última semana
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VISCERAL

Aos sábados e domingos, 18h e segundas às 21h

Teatro:

Gênero: Drama

Temporada: 7 de setembro a 28 de outubro

Diretor: Dan Rossetto

Elenco: Chica Portugal, Iara Jamra, Joca Andreazza, Paulo Gabriel e Alê Menezes 

Classificação indicativa: 16 Anos

Sinopse

Na trama, João Gabriel, faz uma exposição de lançamento de suas obras e lança um livro autobiográfico. Avesso ao contato social, vive recluso em um casarão na Cracolândia. Sua marca registrada são as cores que trafegam entre o vermelho, laranja e marrom e roxo, além de uma estranha textura presente em suas telas. Suas obras são fortes e primitivistas, que retratam normalmente rostos mundanos e pedaços de corpos humanos, . O renomado Jordão, crítico de arte, de difícil trato é escalado para busca uma entrevista com o tal artista do momento. João Gabriel acaba por apresentar seu processo criativo ao famoso crítico de forma visceral e o induz o famoso jornalista a vivenciar seu processo criativo. Seu lado psicológico conturbado é controlado pela solícita e segunda mãe, Alice que o mantém em constante estado de vigília. Entre seu processo criativo, João titubeia ao conhecer Angélica uma usuária de crack que move os instintos mais profundos do artista, e que luta contra sua fúria para poupar a jovem do seu lado mais desumano e cruel.